Posted by : Monik Ornellas

Se você caiu de paraquedas nesse terceiro post, aconselho que volte ao primeiro da série para que o raciocínio faça sentido.

No post anterior vimos como associamos comida à um estado emocional, ao buscar de forma inconsciente, reviver  momentos e pessoas que amamos, ou, o inverso disso.

Hoje, vou falar sobre como lidamos com as Programações dos Alimentos.

Como ficou muito grande, o último tópico, sobre as programações do corpo, virá no próximo post.

 No final, misturamos o banquete, rs.

Alimentos Assassinos! Só que não...

Mama Mia!

Estamos muito acostumados com a ideia de que somos vítimas do mundo. Bactérias nos atacam, doenças nos assolam, alimentos nos engordam, frituras aumentam o colesterol e etc indefinidamente.

Nossa base mental e emocional está assentada na construção de um mundo hostil que nos ataca continuamente, seja você o mocinho ou o vilão da sua própria vida. E, não bastando a novela das oito do dia-a-dia com futricas, fofocas e grandes catástrofes sociais, temperamos isso tudo, com uma dieta recheada de grandes "inimigos alimentares" super bem capacitados para o mal. É tudo parte de um roteiro mexicano melodramático onde resume-se o contexto: Se dá prazer, é errado e engorda.

Por acreditarmos em nossa passividade em relação a esse meio hostil, 
concedemos de bom grado o "poder de..." para que tudo que é externo, 
crie alterações em nossa fisiologia.

Todo alimento tem um história e por trás dela vêm todas as crenças associadas aos seus benefícios e malefícios. Vamos pegar o macarrão como exemplo. Um excelente componente nutricional que proporciona uma forma rápida de energia para o corpo. Ponto. Porém, a Itália abraçou o macarrão e fez dele seu cartão postal gastronômico.

Vou dar um exemplo de algo que parece absurdamente ridículo. Você conhece uma família italiana? Feche os olhos e pense ou sinta, como a família italiana é representada para você? Na minha programação, vejo uma grande família, que fala alto, gesticula pacas e é bem farta, em todos os sentidos. 

Agora, olhe essa imagem ao lado. Antes de postá-la, fiz uma pesquisa entre chef's Italianos,  Franceses, Americanos, Chineses e Japoneses. Quase 80% das figuras de Chef's Italianos são gordinhas em relação a todos os outros.

Desde quando um chef de cozinha precisa ser gordo? E nem todos os chefs Italianos são gordinhos, mas desenvolveu-se uma associação entre comida e o resultado que ela proporciona, e por trás disso, criamos essa realidade associada ao macarrão ou a cozinha italiana, onde é muuuito gostosa (ainda mais com um bom vinho, rs), mas... engorda!

Tinha que ser ruim! Só porque é bom!

Ela poderia ser só massa! Feita do mesmo componente de todas as comidas existentes nesse planeta: Energia! Adicionada suas particularidades e seu nível vibracional correspondente. Só que não. Seria fácil demais, simples demais, gostoso demais!

Você pode não ter feito a associação dessa forma, sua mãe pode ter lhe dito outras coisas, ou pode ter visto algum programa de tv, quem sabe também, pode ter lido uma dessas milhões de estatísticas que tiram 1000 por meia dúzia, mas, o que acontece é, que em algum lugar do passado, alguém, deu o ponta-pé inicial e criou um "viral" (uma crença) sobre as massas, e fez com que ela e tantos outros alimentos entrassem para o hall dos vilões, e dessa forma, começaram a ser vistos como extremamente saborosos, hipercalóricos e, consequentemente engordativos. Essa ideia original se impregnou lá no fundo da mente, passando a fazer parte do emocional, e hoje é passada de pai para filho, via DNA. Um tipo de viral de comida, entendeu?

Muito embora essa programação seja algo bem pank, não é impossível de desprogramar.

Dentro dessa dinâmica maravilhosa e multifacetada do Universo, cada alimento contém com um componente energético bem importante, e agregado à ele está toda uma dinâmica emocional e mental, sobre como funcionar ou não dentro de nós.


De onde vêm e como é feito, fala muito sobre o alimento. Os alimentos que vêm diretamente da terra como legumes e frutas, têm um potencial energético de conversar com determinadas partes e órgãos do nosso corpo, por conexões vibracionais. Imagine seu corpo como uma árvore. Imaginou? Por uma questão de similaridade vibracional, cada categoria de alimento tem uma relação ascendente dentro do nosso corpo: raízes alimentam nossas bases, caules trabalham na sustentação, flores sempre estão uma nota acima cuidando do emocional e frutos nos proporcionam a leveza e a criatividade de infinitas formas. Claro, que tudo isso num espectro infinito de benefícios e correlações. Tão infinito que não nos damos conta dessa dinâmica.

E os animais? O corpo do animal, tal como o seu, ou, o meu corpo, são basicamente, energia. A gordura da costelinha de porco se ingerida de forma saudável, pode ser uma graxa que auxilia determinados processos corporais, porém, quando ingerida em excesso entope veias e artérias. O problema está na gordura da costelinha? Não! Mas sim no seu desequilíbrio em perceber o quanto dela é saudável para você.

Já os alimentos industrializados, ou, feito de misturas, como por exemplo, um bolo, contém outros tantos compostos nutricionais, adicionados da dinâmica emocional e mental humana, levando-se em conta que todos os ingredientes de alguma forma são provenientes da terra ou de animais, mesmo que indiretamente.

Pequena observação irrelevante: Tenho a sensação de que quem criou o bolo, tinha o desejo profundo e auspicioso de simplesmente "adoçar" a vida! E tudo que se reúne em volta de um bolo é bom! É dividir e compartilhar docilidade. Então, não venha me dizer que ele engorda, rs.

Veja que interessante: o óleo essencial de Lavanda - que não é diferente de uma comida -, cultivado na França, tem determinadas características terapêuticas totalmente diferentes daquele cultivado no sul do Brasil, tendo os dois a mesma semente, porquê? A terra é diferente, o local, o clima, e principalmente a consciência mental e emocional do país onde essa terra se localiza. Então, o produto final que é a ação terapêutica, será bem diferente.

                                Não são os alimentos que nos definem. Mas, nós que os definimos.

Todos os alimentos são necessários ao nosso organismo, inclusive as gorduras e os doces. Eles não passam de combinações de moléculas mais ou menos densas, associados à criações mentais.

O grande lance com relação a nossa digestão de alimentos é puramente vibracional. Há alimentos mais pesados, o que significa que são vibracionalmente mais densos, principalmente porque carregam grande conteúdo emocional e mental desde sua criação e preparação. Estão imersos em culpa, restrições e pecados.

Se a culpa falar muito alto, coma só o manjericão.
Um risole é feito de, metade conteúdo nutricional e a outra metade, culpa. A primeira seu organismo digere, absorve e dá conta do recado, a segunda, vira 1 quilo na balança. Agora, se você não tiver o sentimento de culpa dentro de você, lamba os dedos!

Essas gostosuras, pedaços de paraíso e pecado, pedem muito da nossa digestão, pois no ato de digerir, rola um pequeno quebra pau onde o corpo, já cheio de complexos e restrições, briga com o desejo materializado num croquete recheado de conteúdo emocional-mental negativo: "Oi, eu sou um croquete, frito, crocante, temperado e muito gostoso. Mas tal prazer não sai de graça não! Pode me dando aí 500 gramas!". Bom, sem ter noção de que ele é quem manda na casa e sem saber o que fazer (como digerir), o corpo, tem duas opções: ou coloca para fora, ou, paga o preço.

Vivemos num mundo de escalas vibracionais e nenhuma é melhor ou pior que a outra, pois cada alimento tem sua assinatura vibracional. Alguns, estão uma oitava acima, são quase santos. Ninguém os perturba mental ou emocionalmente, ganham reforço em sua positividade, são rotulados como "aliados da boa saúde" e sinônimo de quem se ama e cuida daquilo que come. Tem aqueles que  estão no purgatório, nem preciso relacionar quais são, só de pensar neles você baba. E por último, os delirantes que te levam à compulsão, esses, são passe expresso para o inferno.

Ahhh os vilões, os vilões são sempre sensuais, temperados, apimentados, crocantes, cheirosos, quase parecem aquela paixão cafajeste que te faz mal, mas você não consegue largar porque a pegação é boa. Vai dizer para mim que comer não é uma novela mexicana?

Agora lhe pergunto: porque quanto mais gostoso, pior é seu efeito sobre nós? E porque o "saudável" está associado a dietas insossas, restritivas e punitivas? Isso dá um post inteiro, rs, deixo para que você reflita com seus botões.

Enfim, gostaria que você entendesse que: 
- Os alimentos são somente energia. Energia nas suas mais variadas formas. E nós sempre precisaremos de determinadas energias, dependendo do momento ou atividade a qual estamos passando;
- Cada alimento tem uma nota vibracional, que irá se conectar, ou não, com a região corresponde do seu corpo para nutri-la;
- Ao atribuir o título de "engordativo" em determinado alimento, nós alteramos sua energia e função essencial.

Divagações Engordativas
- Se o risole engordasse, TODAS as pessoas, 100% de comedores de risole, ganhariam 100 gramas após comê-lo. Mas isso não é uma realidade, logo, conclui-se que: cada pessoa tem um metabolismo (programação corporal), então, o risole que engorda você, interage de diferentes formas, com diferentes tipos de pessoas.
- O risole já está te engordando 100 gramas, quando você pensa nele, porque pensa com culpa;
- Te engorda mais 200 gramas quando o come. Dessas 200: 100 são pelo reforço da crença de que ele engorda e as outras 100, são a punição, porque você sabia que ele engorda e mesmo assim está comendo. Tipo, chicote da "minha máxima culpa" pela gula.

Desconstrua seu olhar e a forma de sentir, e tudo à sua volta se re-significa. É como aquela pessoa que à primeira impressão, deixou uma péssima presença, mas quando você resolveu dar uma segunda chance, acabou se surpreendendo. Você re-significou seu olhar sobre ela e criou uma nova dinâmica de relacionamento.

                     Não existem alimentos ruins, existe a forma como você se relaciona com eles.

É possível fazer isso com todas as coisas, inclusive, com os alimentos. Massssssss, por favor, não saia por aí comendo de tudo, achando que só por ter lido esse texto e entendido o conceito já está tudo ok. São programações antiquíssimas! Normalmente, não saem assim de uma hora para outra. Até hoje estou fazendo minhas desconstruções, é um trabalho continuo de percepção e auto conhecimento.

Estou falando aqui a respeito de um  R E L A C I O N A M E N T O. Você pode se relacionar com um mundo cheio de diversidade nutricional, ou, um lugar cheio de tentações ao inferno da não aceitação. Por que comida, ou, o ato de comer, só nos conta sobre a forma como nos alimentamos Da Vida e como nos preenchemos De Vida.

Cuide desse relacionamento que chama-se Alimentação. Ele nos mostra praticamente quase todas as posturas que adotamos em relação à vida: se você engole as coisas sem processar, se degusta os pequenos momentos do dia-a-dia, se digere os grandes problemas (gorduras) com maestria, se tem uma percepção (paladar) apurada para escolher o que te faz bem e a partir daí, escolher trazê-la (engolir) para sua vida. Se sabe se posicionar em relação às suas escolhas separando o te nutre daquilo que não precisa mais (digestão), ou, se tem a flexibilidade necessária para deixar ir ideias, situações, lembranças, coisas e pessoas que não te servem mais (excreção).

Isso tudo está em jogo quando escolhemos o quê, como e quanto nos alimentar.

Fechando no próximo post: Programação do Corpo.

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Como anda sua relação com a comida??? Ruim? Auto destrutiva?
Que tal desconstruir essa dinâmica? Acesse meu site e faça contato comigo para saber sobre.

www.aromasesinergias.com

Abração!
Monik Ornellas

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