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O que é Obesidade?
Durante o Curso de Anatomia dos Corpos Sutis aprendemos a ver o corpo físico não só como um veículo que nos permite interagir na realidade, mas também, passamos a entender que ele é a expressão fiel de nossa consciência. É quando nossos conflitos internos – muitas vezes inconscientes – ganham vida, se materializam no corpo na busca de nos fazer sentir o conflito que normalmente se expressa em dor ou doença. Nossas dores expõem os processos que estamos passando.
Com base em tal pensamento vou dar uma palhinha sobre um assunto de grande importância em nossa sociedade hoje em dia: A Obesidade.
O que é a Obesidade metafisicamente? Qualquer tipo de obesidade é em si um embotamento de quem somos.
Quando pegamos nossas vontades, nossos sonhos e nossos desejos mais íntimos e não encontramos, ou melhor, não criamos o espaço necessário para que estes possam se manifestar, simplesmente os implodimos e com isso, passamos a carregar todo o peso daquilo que não podemos, ou, não nos permitimos expressar.
Todos nós, sem exceção, somos seres criadores. O que seria de um criador caso ele não pudesse se expressar? A não realização de quem somos, a não expressão da nossa criatividade nos causa uma espécie de implosão.
Todos de alguma forma nos embotamos para caber nos moldes que a sociedade nos impõe e alguns fazem isso engordando, sufocando, guardando em si mesmo tudo que gostaria de colocar para fora, mas não acha pertinente ou não se sente capaz. Enquanto humanos temos um grande déficit em nosso potencial criador porque não aprendemos a nos ver dessa forma, estamos acostumamos ao encaixe social que nem sempre está de acordo com nossa ferramenta pessoal.
A gordura por sua vez, causa uma espécie de amortecimento, um amortecimento das emoções que não nos permitimos nem sentir, muito menos expressar. Um componente quase sempre presente nos processos de obesidade é a raiva, haja vista a enormidade de problemas de fígado em pessoas acima do peso. Muitos de nós não se permitem sentir raiva simplesmente porque temos que ser bonzinhos ou aprendemos que este não é um bom sentimento, muito embora a raiva, seja uma mola propulsora de nossa vontade quando esta está canalizada para nossos objetivos pessoais, e somente para satisfazer a nós mesmos e a mais ninguém.
Estar uns quilos acima do peso está beirando a neurose, e este sentimento é reforçado pela repulsa da sociedade em relação às pessoas obesas. Essa rejeição social fomenta a crença pessoal do obeso de inaptidão e inadequação.
Sendo assim, uma consciência pessoal disforme se materializa num corpo com as mesmas proporções.
Quase todos os processos emocionais estão relacionamos à auto estima, porém, no caso da obesidade ela está mais para questão do auto reconhecimento e suas necessidades. Não há amor próprio sem o respeito, o conhecimento e a aceitação de quem somos.
Esse é um dos vários temas abordados no Curso de Anatomia dos Corpos Sutis quando estudamos o Corpo Físico sob uma nova ótica.
Leia também:
Porque nos alimentamos?
O Olhar Metafísico
Saiba mais sobre o curso de Anatomia dos Corpos Sutis clicando aqui.
Com base em tal pensamento vou dar uma palhinha sobre um assunto de grande importância em nossa sociedade hoje em dia: A Obesidade.
O que é a Obesidade metafisicamente? Qualquer tipo de obesidade é em si um embotamento de quem somos.
Quando pegamos nossas vontades, nossos sonhos e nossos desejos mais íntimos e não encontramos, ou melhor, não criamos o espaço necessário para que estes possam se manifestar, simplesmente os implodimos e com isso, passamos a carregar todo o peso daquilo que não podemos, ou, não nos permitimos expressar.
Todos nós, sem exceção, somos seres criadores. O que seria de um criador caso ele não pudesse se expressar? A não realização de quem somos, a não expressão da nossa criatividade nos causa uma espécie de implosão.
Todos de alguma forma nos embotamos para caber nos moldes que a sociedade nos impõe e alguns fazem isso engordando, sufocando, guardando em si mesmo tudo que gostaria de colocar para fora, mas não acha pertinente ou não se sente capaz. Enquanto humanos temos um grande déficit em nosso potencial criador porque não aprendemos a nos ver dessa forma, estamos acostumamos ao encaixe social que nem sempre está de acordo com nossa ferramenta pessoal.
A gordura por sua vez, causa uma espécie de amortecimento, um amortecimento das emoções que não nos permitimos nem sentir, muito menos expressar. Um componente quase sempre presente nos processos de obesidade é a raiva, haja vista a enormidade de problemas de fígado em pessoas acima do peso. Muitos de nós não se permitem sentir raiva simplesmente porque temos que ser bonzinhos ou aprendemos que este não é um bom sentimento, muito embora a raiva, seja uma mola propulsora de nossa vontade quando esta está canalizada para nossos objetivos pessoais, e somente para satisfazer a nós mesmos e a mais ninguém.
Estar uns quilos acima do peso está beirando a neurose, e este sentimento é reforçado pela repulsa da sociedade em relação às pessoas obesas. Essa rejeição social fomenta a crença pessoal do obeso de inaptidão e inadequação.
Sendo assim, uma consciência pessoal disforme se materializa num corpo com as mesmas proporções.
Quase todos os processos emocionais estão relacionamos à auto estima, porém, no caso da obesidade ela está mais para questão do auto reconhecimento e suas necessidades. Não há amor próprio sem o respeito, o conhecimento e a aceitação de quem somos.
Esse é um dos vários temas abordados no Curso de Anatomia dos Corpos Sutis quando estudamos o Corpo Físico sob uma nova ótica.
Leia também:
Porque nos alimentamos?
O Olhar Metafísico
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Porque nos alimentamos?
A alimentação é um tema muito interessante e normalmente rende muita discussão em aula. Temos diversas formas de alimentação que desconhecemos: alimentação energética, a alimentação existente nos relacionamentos que nada mais é que alimento emocional, a alimentação mental e a física.
E não podemos esquecer que toda alimentação gera uma digestão que rende resíduos e estes também estão em vários níveis.
Mas, quando falamos em alimento, no ato de alimentar-se, automaticamente pensamos em nutrientes, especificamente comida. Dentro do Curso de Anatomia dos Corpos Sutis despertamos a compreensão de que nossa alimentação se dá em diversos níveis e não só no ato de comer um sanduíche, por exemplo.
Cada corpo - físico, energético, emocional, mental e etc - têm dentro de suas particularidades um tipo específico de alimentação.
Segue uma palhinha a respeito da nossa alimentação dentro do âmbito físico.
Comida x Prazer:
A experiência física é totalmente voltada para o prazer. Nosso corpo físico e nossos sentidos estão ligados à sensação de prazer e estes são como uma âncora porque fazem com que tenhamos o desejo de estar cada vez mais presente em nossa realidade e experimentar a plenitude e alegria que esta pode nos proporcionar.
A contradição dentro nisso, é que de uma forma geral durante milênios viemos aprendendo que a vida é dura, a realidade é difícil e com isso pouco nos permitimos desfrutar e aproveitar a imensidão de prazeres que a realidade nos proporciona. Em nossa cultura a maioria dos prazeres como comida, sexo, toque entre outros, estão atrelados a sentimentos de culpa ou inadequação, logo, não nos permitimos viver ou sentir de forma plena a experiência física.
Um dos fatores que colaboram para a obesidade é o prazer proporcionando pela comida. Comer é umas das formas mais rápidas de se obter prazer e satisfação. Por isso, muitas vezes quando não conseguimos alcançar o prazer de uma vida plena, compensamos essa ausência com a satisfação imediata de uma guloseima.
O corpo precisa de muito pouco para se manter, pois sua alimentação não está somente no alimento ingerido, mas também no conteúdo energético deste. O que acontece é que quando comemos absorvemos não somente o alimento, mas também todo significado que ele representa para nós.
Vazio Interno:
Muitas pessoas comem não só pela busca do prazer, mas também por uma necessidade inconsciente de preencher um vazio interno. Uma solidão esmagadora, uma saudade cortante, um vazio emocional profundo que nada mais é do que a falta de si refletida na ansiedade pelo outro.
Comida e Integração Social:
Geralmente aprendemos que comer junto àqueles que amamos é uma boa combinação. Com isso, fazemos jantar para nosso amor, almoço de domingo e tomamos café da manhã em família. Não há nada errado nisso, porém, muitas vezes continuamos comendo mesmo quando não há mais reunião social, numa busca inconsciente de obter momentaneamente a felicidade de um tempo que não volta mais.
Das deliciosas guloseimas de quando éramos crianças às dietas insossas da atualidade, comer se tornou de uma travessura à um ato de tortura.
O que ainda não se compreende é que quando comemos não estamos alimentando somente nossa fome física, mas a fome de vida, de prazer e a constante necessidade de se sentir satisfeito e seguro dentro da realidade que vivemos.
Observe a forma como você come, o quê come e se pergunte o quê você anda alimentando em sua vida diária e como isso vem se refletindo naquilo que você ingere.
Leia também:
O Olhar Metafísico
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E não podemos esquecer que toda alimentação gera uma digestão que rende resíduos e estes também estão em vários níveis.
Mas, quando falamos em alimento, no ato de alimentar-se, automaticamente pensamos em nutrientes, especificamente comida. Dentro do Curso de Anatomia dos Corpos Sutis despertamos a compreensão de que nossa alimentação se dá em diversos níveis e não só no ato de comer um sanduíche, por exemplo.
Cada corpo - físico, energético, emocional, mental e etc - têm dentro de suas particularidades um tipo específico de alimentação.
Segue uma palhinha a respeito da nossa alimentação dentro do âmbito físico.
Comida x Prazer:
A experiência física é totalmente voltada para o prazer. Nosso corpo físico e nossos sentidos estão ligados à sensação de prazer e estes são como uma âncora porque fazem com que tenhamos o desejo de estar cada vez mais presente em nossa realidade e experimentar a plenitude e alegria que esta pode nos proporcionar.
A contradição dentro nisso, é que de uma forma geral durante milênios viemos aprendendo que a vida é dura, a realidade é difícil e com isso pouco nos permitimos desfrutar e aproveitar a imensidão de prazeres que a realidade nos proporciona. Em nossa cultura a maioria dos prazeres como comida, sexo, toque entre outros, estão atrelados a sentimentos de culpa ou inadequação, logo, não nos permitimos viver ou sentir de forma plena a experiência física.
Um dos fatores que colaboram para a obesidade é o prazer proporcionando pela comida. Comer é umas das formas mais rápidas de se obter prazer e satisfação. Por isso, muitas vezes quando não conseguimos alcançar o prazer de uma vida plena, compensamos essa ausência com a satisfação imediata de uma guloseima.
O corpo precisa de muito pouco para se manter, pois sua alimentação não está somente no alimento ingerido, mas também no conteúdo energético deste. O que acontece é que quando comemos absorvemos não somente o alimento, mas também todo significado que ele representa para nós.
Vazio Interno:
Muitas pessoas comem não só pela busca do prazer, mas também por uma necessidade inconsciente de preencher um vazio interno. Uma solidão esmagadora, uma saudade cortante, um vazio emocional profundo que nada mais é do que a falta de si refletida na ansiedade pelo outro.
Comida e Integração Social:
Geralmente aprendemos que comer junto àqueles que amamos é uma boa combinação. Com isso, fazemos jantar para nosso amor, almoço de domingo e tomamos café da manhã em família. Não há nada errado nisso, porém, muitas vezes continuamos comendo mesmo quando não há mais reunião social, numa busca inconsciente de obter momentaneamente a felicidade de um tempo que não volta mais.
Das deliciosas guloseimas de quando éramos crianças às dietas insossas da atualidade, comer se tornou de uma travessura à um ato de tortura.
O que ainda não se compreende é que quando comemos não estamos alimentando somente nossa fome física, mas a fome de vida, de prazer e a constante necessidade de se sentir satisfeito e seguro dentro da realidade que vivemos.
Observe a forma como você come, o quê come e se pergunte o quê você anda alimentando em sua vida diária e como isso vem se refletindo naquilo que você ingere.
Leia também:
O Olhar Metafísico
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